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09/Dez/2016 - 00:00 - Atualizado em 07/Dez/2016 - 11:24

5 áreas promissoras para se profissionalizar e trabalhar com inovação

Saiba quais habilidades é preciso dominar para entrar no mercado e enfrentar o desafio de empreender


Por Redação
Crédito: Pixabay

Trabalhar com tecnologia e inovação é o desejo de muitos estudantes e profissionais. O mercado é promissor e movimenta muito dinheiro. Somente em 2015, startups de tecnologia do mundo todo arrebataram mais de US$ 98 milhões de fundos de investimentos, valor superior ao de 2014 segundo uma pesquisa divulgada pelas consultorias CB Insisghts e KPMG.

O mercado oferece diversas oportunidades. No Brasil, por exemplo, um levantamento realizado no período de maio a junho de 2016, com 149 startups brasileiras, detectou que existem mais de 1 mil vagas em aberto somando todas as oportunidades oferecidas por essas empresas. A constatação é da Gama Academy, escola que transforma talentos nas áreas de design, marketing, programação e vendas, e conecta esses profissionais a oportunidades reais de trabalho em startups.

Mas como se preparar para ingressas neste mercado competitivo? O primeiro passo é investir em educação. Confira abaixo uma lista com cinco áreas em crescimento e as disciplinas a serem estudadas.

Realidade virtualPara o criador do Facebook Mark Zuckerberg, a realidade virtual é a próxima grande plataforma computacional. A IDC (Brasil International Data Corporation Pesquisa de Mercado e Consultoria) estima que o setor seexpanda de 5,2 bilhões de dólares, em 2016, para cerca de 162 bilhões de dólares até 2020. Grandes empresas estão lançando um número cada vez maior de headsets de imersão, enquanto fabricantes de chip investem no hardware para que os computadores rodem a tecnologia.

De acordo com o site Guia do Estudante, um bom caminho é investir na produção de games, aplicativos e conteúdo em realidade virtual, já que a demanda crescerá cada vez mais, à medida que os consumidores adquirirem seus headsets. Por exemplo, a empresa norte-americana Virt desenvolveu um robô equipado com câmeras para mapear o interior de imóveis e oferecer um passeio virtual a possíveis compradores.  

Impressão 3D – No ano passado, 278 mil impressoras 3D foram vendidas no mundo todo e a indústria de manufatura aditiva cresceu 25%, movimentando mais de US$ 5 bilhões, segundo o relatório da consultoria Wohlers. As possibilidades dentro do universo da impressão 3D são inúmeras: construção, medicina e indústria aeroespacial são apenas algumas de suas verticais e multiplicam-se as histórias de sucesso dentro delas.

Um dos cases de sucesso é o da Natural Machines, uma startup espanhola, que criou o Foodini. Esse aparelho, misto de impressora 3D e utensílio para a cozinha, é capaz de imprimir alimentos, como biscoitos de chocolate, massa de pizza, nhoque e hambúrguer.

Inteligência artificial – Apesar dos holofotes se voltarem para os robôs humanoides que realizam tarefas como seres vivos, o grande avanço da inteligência artificial acontece nos bastidores. Computadores e sistemas superinteligentes chegam aos poucos a diversos setores da economia, como empresas de serviços financeiros, hospitais e comércio. As máquinas utilizam algoritmos de aprendizado e processadores de última geração para solucionar problemas baseados em seus próprios cálculos, auxiliando na tomada de decisão dos humanos.

De acordo com a consultoria Markets and Markets, o setor de inteligência artificial crescerá de 419,7 milhões de dólares, em 2014, para 5,05 bilhões de dólares em 2020. Esses valores representam grandes oportunidades parajovens na área da ciência da computação. Nesse caso, disciplinas específicas dentro desse campo de estudos, como aprendizado de máquina e algoritmos complexos, além de engenharia de software e hardware, são necessárias paraentrar nesse mercado.

Dinheiro virtual e a blockchain – A moeda virtual trouxe progressos tecnológicos e conceitos importantes para o futuro da economia global. Um desses avanços foi a  criação do blockchain – sistema que funciona como um livro de registros virtual no qual as transações são contabilizadas e permanecem disponíveis para consulta. A blockchain ajuda a acelerar 

processos financeiros, além de manter a transparência deles.

É nessa área que muitas startups têm encontrado oportunidades de inovação. A americana Provenance, por exemplo, busca ampliar a transparência da cadeia produtiva utilizando a blockchain para registrar o caminho de insumos e o “histórico” dos produtos que chegam ao mercado.

Meio ambientePara Paul Graham, da aceleradora Y Combinator, do Vale do Silício, é unanimidade dizer que boas ideias de negócios surgem de onde existem problemas a serem resolvidos e o meio ambiente é uma grande fonte desse tipo de desafio. Se nada for feito em relação à emissão de gases de efeito estufa e às mudanças climáticas, a sobrevivência humana na Terra estará ameaçada, é o que aponta o Acordo de Paris, tratado climático firmado em abril deste ano.

A Ecoviate, por exemplo, é uma das startups que resolveu investir nesse setor. A empresa desenvolveu o Co2ube, um equipamento que se conecta ao escapamento de veículos e usa um processo químico de fotossíntese para diminuir a emissão de dióxido de carbono. 

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