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21/Fev/2017 - 16:00 - Atualizado em 21/Fev/2017 - 16:54

5 profissões que devem deixar de existir nos próximos 5 anos

Durante o Open Innovation Week, em SP, CEO da Catho falou como as inovações tecnológicas influenciam o mercado


Por Paula Isis Belo Horizonte


Você consegue imaginar que algumas profissões podem simplesmente deixar de existir em apenas cinco anos? Pois é. Essa é a aposta do CEO da Catho, Eduardo Thuler.  E isso é reflexo da evolução tecnológica. “Ela está muito ligada à evolução do mercado. À medida que a tecnologia evolui, o mercado de trabalho premia as competências relacionadas.”

No ano passado, por exemplo, surgiu o motorista do Pokémon Go que levava os jogadores na garupa para capturar os pokémons."Ele cobrava por hora, mas neste momento, provavelmente, já deve estar ‘desempregado’, já que a febre do jogo passou”, pontua.

Segundo Eduardo, muitos empregos deixarão de existir justamente por conta dessa evolução, como funções de motorista de táxi, atendente de telemarketing, que poderão ser substituído por robores, frentistas, caixas e tiradores de pedidos. “Esse contato com o ser humano sempre que puder ser automatizado vai acontecer." Mas qual a saída para isso? O CEO destaca que a solução é inovar na educação para buscar um reposicionamento de mercado.

Por outro lado, muitas profissões novas devem surgir, como o design genético. “Provavelmente, quando nossos filhos quiserem ter filhos, eles vão ter uma consultoria de como lidar com isso, pensando nas características genéticas que eles querem."

Marketplace é a grande tendência do mercado

Thuler acredita que o mercado vive, atualmente, o que ele chama de “uberificação”. “Várias profissões vão passar por marketplaces similares ao que o Uber disponibiliza para o motorista.” Algumas profissões já estão passando por isso, prova disso é o freelancer.com. “O designer, por exemplo, é uma das funções em que essa tendência se desenvolveu primeiro."

Mas o que muda quando essa uberificação acontecer? Segundo Thuler, a principal mudança é a autonomia que está muito relacionada à felicidade. Essa autonomia passa por quatro elementos essenciais: tarefa, time, tempo e técnica. “O profissional pode escolher com qual tarefa ele quer se envolver, o que irá gerar muito mais engajamento e resultados incríveis.” Além disso, o CEO destaca que o trabalhador pode escolher com qual time vai desenvolver o projeto, em quanto tempo a mesma será executada e qual técnica será utilizada.   

 

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