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02/Jan/2017 - 10:38 - Atualizado em 04/Mai/2018 - 11:08

BH-TEC anuncia expansão baseada em modelo pioneiro no Brasil

Investimento total é de aproximadamente R$ 60 milhões e a previsão para a conclusão das obras é de dois anos


Por Redação

Na última sexta-feira de 2016, o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) anunciou o consórcio vencedor da licitação para a construção de mais um edifício no local. Atualmente, o parque abriga um edifício e 17 empresas de base tecnológica, a Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia (ANBIOTEC) e três centros de tecnologia da UFMG.

O consórcio liderado pela PHV Engenharia, em parceria com a CODEMIG Participações e a HET Construções e Participações, construirá um edifício de 16mil m², ao lado do prédio já existente. O investimento total é de aproximadamente R$ 60 milhões e a previsão para a conclusão das obras é de dois anos.

O modelo de expansão será BOT (Build, Operate and Transfer), ou seja, o licitante vencedor fará o investimento imobiliário e uma vez construído, o prédio será propriedade da UFMG, já que o terreno pertence à universidade. No entanto, o licitante terá a concessão para operá-lo por 30 anos, contados a partir da obtenção do alvará de construção. Ao fim do período, a posse será transferida à UFMG.

Para o diretor-presidente do BH-TEC, Ronaldo Pena, a construção do novo edifício do BH-TEC é um salto importante na capacidade do parque em receber empresas de tecnologia, além de aumentar o impacto das atividades inovadoras na capital, consequentemente, refletindo no cenário econômico do Estado.

“Não há possibilidade de desenvolvimento social sem desenvolvimento econômico sustentável. A ciência e a tecnologia promovem a sustentabilidade das empresas por meio da inovação contínua dos produtos e dos processos. É fato aceito internacionalmente que os Parques Tecnológicos aceleram o processo de inovação das empresas residentes”, disse.

O presidente do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e novo presidente do Conselho de Administração do BH-TEC, Marco Aurélio Crocco, destacou o apoio do banco à expansão do parque. “Com a expansão, mudaremos a escala do parque. Tendo condição de receber mais empresas, poderemos reformular a estratégia do parque”, avaliou. O banco foi responsável pela coordenação do desenvolvimento da licitação.

BH-TEC

Inaugurado em 2012, o BH-TEC atualmente abriga 17 empresas de base tecnológica, a Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia (ANBIOTEC) e três centros de tecnologia da UFMG, CT Nanomateriais de Carbono, CT Web e CT Vacinas. Ao longo desses quatro anos de operação, as empresas do Parque já apresentam resultados consideráveis: lançaram 182 novos produtos ou serviços e 69 novos processos, faturaram mais de R$ 229 milhões, investiram mais de R$ 23 milhões em P&D e pagaram mais de R$ 37 milhões em impostos.  

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