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28/Dez/2018 - 13:01 - Atualizado em 28/Dez/2018 - 14:15

Brasileira retorna da Holanda para abrir startup de empréstimo

A ideia surgiu depois que a empresária viu a mãe recorrer a um agiota para conseguir empréstimo a juros exorbitantes


Por Alysson Lisboa
Rafaela Cavalcanti da Cloq: Necessidade fez nascer a ideia de um negócio promissor
Crédito: Divulgação/Cloq

Os grandes bancos têm seu espaço consolidado para financiamentos, linhas de crédito e empréstimos, mas boa parte da população que precisa de microcrédito não encontra ajuda dos grandes bancos. Emprestar dinheiro a juros baixos para quem precisa de pequenas quantias de dinheiro foi o que motivou o surgimento da startup de impacto social Cloq.

A ideia surgiu em 2016 pelas mãos de Rafaela Cavalcanti. Sempre na ponte-aérea Recife-Holanda, ela estava para receber a visita de sua mãe Rosalina. Para que pudesse viajar, a mãe de Rafaela teve que recorrer a um agiota e a um empréstimo que cobra 10% para 15 dias. Achando isso um absurdo, Rafaela conversou sobre o problema com o especialista em finanças Koen Lassooij, que viu ali uma oportunidade. Hoje os dois trabalham juntos na Cloq.

Rafaela, natural de Recife e Koen, nascido na Holanda, começaram a trabalhar em junho de 2017, quando conseguiram entrar no programa de aceleração da Startup Chile - um dos mais importantes do mundo. A Cloq já está funcionando em Recife desde outubro. A aposta é que pequenos créditos possam chegar ao maior número possível de pessoas de modo prático e sem burocracia.

A empresária nasceu em Recife, morou na China e na Holanda
Crédito: Divulgação

Tecnologia contra fraude

Um dos temores para quem realiza transações financeiras na internet são as fraudes, a clonagem de cartão e o roubo de senhas. É sempre um desafio a área de segurança de dados porque os falsários se modernizam, mas a tecnologia tenta amenizar esse problema.

No caso da Cloq, segundo Rafaela, para fazer o cadastro, o tomador de empréstimo precisa enviar toda a documentação por meio do aplicativo. Os dados são conferidos junto à Receita Federal e demais órgãos fiscalizadores. “É preciso enviar também uma selfie para comparar com as fotos dos documento”, destaca a empresária.

Para saber mais sobre a Cloq acesse: www.cloq.com.br

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