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29/Mai/2018 - 09:00 - Atualizado em 29/Mai/2018 - 09:42

Estudantes mineiros querem criar aplicativo e criptomoeda para incentivar reciclagem de resíduos

Viabilidade do projeto será determinada após análise de dados coletados em pesquisa eletrônica com potenciais usuários


Por Redação Belo Horizonte/MG
Crédito: Recycoin/Divulgação 

Já imaginou receber pelo lixo que você produz? E se, ao invés de dinheiro convencional, você fosse remunerado com uma criptomoeda? Essa é a proposta de uma pesquisa em andamento na disciplina Empreendedorismo em Informática, do Departamento de Ciência da Computação (DCC) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O projeto, composto por quatro alunos da graduação, tem como meta desenvolver um aplicativo para unir geradores, catadores e receptores de material reciclável. A intenção é de que o gerador de lixo receba incentivos financeiros para disponibilizar seus resíduos recicláveis, como garrafas pet, latinhas, papelão e garrafas de vidro. Desse modo, os catadores terão à sua disposição mais resíduos, o que pode reduzir tempo e aumentar a produtividade e o ganho.

Também está prevista a criação de uma criptomoeda própria, a Recycoin, que seria registrada em blockchain. Dessa forma, toda concessão de Recycoins a quem reciclar seu lixo será registrada, garantindo consenso, confiança e, consequentemente, escalabilidade da solução.

Para verificar a viabilidade de uma coleta seletiva residencial acionada pelos usuários, por meio do aplicativo, o grupo está coletando dados, via formulário eletrônico. O questionário foi elaborado com o objetivo de compreender hábitos e escolhas relacionados à reciclagem e fazer uma estimativa da quantidade de lixo descartável que cada pessoa produz por semana.

Até o fim do semestre, o grupo pretende elaborar um produto mínimo viável (MVP), que se revele sustentável ou não. Em caso de sucesso, a startup tem a ambiciosa missão de revolucionar a forma como a humanidade trata seus resíduos.

A equipe é formada pelos estudantes Hérico Gonçalves Valiati, Tamyles Avelino da Cunha, Davi Simões Doro Pereira e Pedro Otávio de Campos Andrade, respectivamente dos cursos de Ciência da Computação, Turismo, Engenharia de Produção e Relações Econômicas Internacionais. Para saber mais informações sobre o projeto, clique aqui.

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Fonte: Agência de Notícias UFMG

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