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16/Nov/2018 - 08:00 - Atualizado em 19/Nov/2018 - 10:19

Funed apresenta diagnóstico da propriedade intelectual em MG

Depósitos de patentes são os tipos de Propriedade Intelectual de maior predomínio no âmbito das ICTs em Minas Gerais


Por Redação Belo Horizonte/MG
Crédito: Pixabay

O que os Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) de Minas Gerais estão produzindo de conhecimento? Esta pergunta direcionou o artigo “Pesquisa & Inovação: a Propriedade Intelectual do Estado de Minas Gerais”, produzido pelos pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed): Edcleyton B. F. Silva, Marina Rezende Santos Coelho, Marina Vasconcelos Vilaça Santos e Rodrigo Souza Leite.

O artigo tem como objetivo a construção de um diagnóstico da propriedade intelectual produzido pelos Institutos de Ciência e Tecnologia (ICT) de Minas Gerais, vinculados à Rede Mineira de Propriedade Intelectual (RMPI). Com o estudo, foram mapeados os depósitos realizados pelos ICTs junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), apresentando a produção intelectual dessas instituições, além de identificar os tipos de Propriedades Intelectuais mais comuns no Estado.

Desenvolvido no decorrer deste ano, o estudo consiste em um dos produtos do projeto de pesquisa  emApoio aos Núcleos de Inovação, sob fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Segundo os autores, os dados apresentados na publicação demonstram, entre outros resultados, que os depósitos de patentes são os tipos de Propriedade Intelectual de maior predomínio no âmbito das ICTs em Minas Gerais, somando 1.004 propriedades registradas. “O estudo também evidencia que há uma integração entre as ICTs mineiras no que se refere à Propriedade Intelectual, ocasionada pelo fomento à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico, com o objetivo de desenvolver produtos inovadores e, assim, melhorar a qualidade de vida da sociedade”, detalha Marina Rezende, uma das autoras do artigo.

Registro de marcas, desenhos industriais, indicações geográficas, programas de computador e topografias de circuitos integrados, concessões de patentes e averbações de contratos de franquia e das modalidades de transferência de tecnologia: tudo isso são exemplos de proteção do conhecimento. De acordo com Marina, na sociedade atual, em que o conhecimento é percebido como diferencial competitivo, formalizar soluções técnicas que nasceram a partir de pesquisas é fundamental para garantir a inovação no país.

O trabalho completo foi publicado em setembro, no volume 11 da Revista Cadernos de Prospecção. Para acessar o artigo, clique aqui.

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Fonte: Funed

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