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26/Mar/2018 - 11:50 - Atualizado em 26/Mar/2018 - 11:52

Grupo de investidores cria instituto para fomentar ecossistema de startups de Minas Gerais

Instituto A-380 vai permitir investimento em startups e criar ferramentas para investidores


Por Redação

Startups e empresas recém-criadas acabam de ganhar uma nova opção para buscar investimento e acelerar seus negócios. Atores de peso do ecossistema de inovação mineiro se uniram e criaram, neste mês, o Instituto A-380, que tem o objetivo de fomentar negócios de grande potencial e criar ferramentas para investidores que tenham interesse em fazer investimentos de médio e alto risco.

O grupo, que não tem fins lucrativos, reúne investidores-anjo do Brasil e de diversos lugares do mundo, como China, Coreia do Sul, Inglaterra e Dinamarca, por exemplo. Além de permitir investimentos em áreas e segmentos estratégicos e de grande impacto social, o A-380 vai facilitar a troca de experiências entre aceleradoras nacionais e internacionais e startups.

O Instituto foi criado por Andreas Flugser, CEO da Techmall, Marcos Ferraz, investidor-anjo, Priscila Spadinger, sócia da Andrade Silva Advogados, e Fabiano Zica, investidor-anjo e advogado especializado em terceiro setor. Marcos Ferraz, inclusive, tornou-se o mais jovem presidente de um fundo de investidores-anjo do Brasil ao assumir o cargo no Instituto A-380 aos 24 anos.

Durante a cerimônia que oficializou a criação do instituto, Andreas Flugs assinou o contrato que cria o programa T380, uma parceria entre a aceleradora Techmall e o Instituto A-380, que pretende beneficiar 20 startups mineiras. Elas passarão por um processo de aceleração de três meses, com duas rodadas de investimentos para cada uma delas.

O grupo definiu, ainda, quatro modelos diferentes de aplicações:

  • Os investimentos podem ser feitos individualmente pelos associados, ficando o instituto isento de qualquer responsabilidade
  • O instituto fará uma triagem das melhores oportunidades para indicá-las para fundos internacionais parceiros
  • Negócios com foco em empreendedorismo social poderão concorrer a recursos do instituto a título de fundo perdido, ou seja, sem ser necessário ceder um percentual de participação do negócio ao grupo
  • Investimento por meio de programas de empreendedorismo com entidades parceiras do instituto

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