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14/Jan/2019 - 10:17 - Atualizado em 14/Jan/2019 - 10:52

Professores brasileiros concorrem a prêmio internacional de educação

Pela primeira vez uma docente brasileira concorre ao Global Teacher Prize; professora tem um projeto sustentável de robótica com sucata


Por Redação Belo Horizonte/MG
Professores concorrem ao prêmio de US$ 1 milhão
Crédito: Divulgação

Dois professores brasileiros estão concorrendo a um dos maiores prêmios de educação do mundo. O Global Teacher Prize reconhece, anualmente, um professor que tenha contribuído de maneira positiva com sua profissão.

Concorrendo ao prêmio de US$ 1 milhão estão a professora Débora Garofalo, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Ary Parreiras, de São Paulo, e o professor Jayse Antonio da Ferreira, da Escola de Referência em Ensino Médio  Frei Orlando, de Itambé, Pernambuco.

São 50 finalistas de 39 países concorrendo ao prêmio este ano. A lista foi indicada pela Varkey Foundation, fundação de caridade global focada em melhorar os padrões de educação para crianças carentes, e esta é aprimeira vez que uma professora brasileira é finalista no Teacher Prize.

Em fevereiro será divulgada a segunda etapa do prêmio, em que os 10 finalistas serão anunciados. A cerimônia final ocorrerá em março em Dubai, nos Emirados Árabes.

A professora Débora Garofalo e seu trabalho com alunos do ensino fundamental na construção de robôs com sucata 
Crédito: Arquivo pessoal

O que eles fizeram?

Débora é formada em Letras e Pedagogia e mestranda em Educação pela PUC-SP. A professora tem um projeto de robótica com sucata promovendo a sustentabilidade. Com seus alunos, ela já transformou cerca de 700 kg de lixo da região em objetos de robótica, o que levou a docente a ser reconhecida, também, pelo MEC em 2018.

Já Jayse é professor de Educação Artística e pós-graduado em Psicopedagogia. O docente chegou entre os 50 finalistas do prêmio com dois projetos: “Eu sou uma obra de arte: etnias do mundo” e “Vamos enCURTAr essa história?”. As duas iniciativas são voltadas ao respeito à diversidade religiosa e ao reconhecimento e orgulho de origens.

O professor Jayse Antonio e alunos com obras do projeto "Eu sou uma obra de arte: etnias do mundo"
Crédito: Arquivo pessoal

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