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17/Ago/2017 - 00:00 - Atualizado em 17/Ago/2017 - 10:53

Tecnologia mineira revoluciona mercado e integra energia solar a construções urbanas

Painéis solares orgânicos da SUNEW são destaque e apresentam resultados positivos para o meio ambiente


Por Redação

A tendência sustentável que traz geração e integração de energia limpa às edificações com tetos verdes e reutilização de água nos prédios já é realidade e cresce largamente no Brasil. Os green buildings, ou prédios verdes, já representam 10% do PIB nacional da construção, além de ranquear o Brasil no topo 4 de projetos certificados no LEED, selo sustentável de maior reconhecimento do mundo. E não é para menos: a tecnologia que gera a energia solar mais verde do mundo está sendo produzida aqui mesmo, em Belo Horizonte. Estes são alguns dos destaques da Green Building Brasil Conferência Internacional e Expo, realizado em São Paulo.

A Green Building Brasil é um dos principais eventos da construção sustentável na América Latina e uma das principais do segmento no mundo. Ela reúne mais de 14 mil profissionais dos setores relacionados, com feiras expositivas, palestras e workshops de assuntos da área. O evento é realizado pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil), que visa fomentar a indústria de construção sustentável no país. 

Solução mineira em energia solar é ideal para integração urbana

Verdadeiras usinas fotovoltaicas verticais: esses são os edifícios do futuro. A necessidade do uso dos renováveis e a tendência pela integração de energia ao mobiliário urbano facilitam a geração distribuída, onde a energia pode ser produzida ali mesmo onde é consumida. É por isso que algumas empresas, como a TOTVS, estão apostando nos painéis fotovoltaicos orgânicos (OPV), a tecnologia que é a próxima geração em energia solar. 

O OPV é leve, flexível, reciclável, tem baixa pegada de carbono e grande apelo para design. Graças a essas características, ele é o mais indicado para integração urbana, pois não perde eficiência energética ao ser inclinado em diferentes ângulos, além de ser fino e transparente, ao contrário dos tradicionais painéis de silício. Isso torna possível utilizá-lo em fachadas, claraboias, estruturas leves e muito mais.

Além disso, a própria produção de painéis de OPV - impressos em plástico rolo, através de baixas temperaturas e de materiais orgânicos - acaba reduzindo o impacto ambiental e os custos de produção. A previsão é que essa tecnologia em painéis solares tenha um preço 30 vezes menor do que custam os painéis de silício hoje.

O Brasil já é líder em resultados no desenvolvimento do OPV, além de contar com a maior e mais moderna linha de fabricação existente, da mineira SUNEW. A empresa comercializa diversos produtos baseados nesta tecnologia, desde sua aplicação em fachadas até a instalação de árvores solares (OPTrees) que produzem energia. 

Brasil tem a maior fachada de painéis solares orgânicos do mundo

A nova sede da TOTVS inaugurada recentemente, em São Paulo, o edifício, batizado de Sêneca, está localizado na Zona Norte da cidade e conta com 5.300m² de teto verde, responsável por amenizar a poluição e combater o efeito das ilhas de calor das grandes cidades. Há também um sistema de reaproveitamento da água das chuvas, o que corresponde a cerca de 80% da água usada no complexo.

Mas o maior destaque fica em evidência bem na entrada do prédio: a fachada da sede é composta por filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV) laminados em vidros, tecnologia capaz de captar a energia solar. Além de gerar energia elétrica, os painéis compõem um design diferenciado, atuando como parte da comunicação visual da edificação.

Números do projeto
• Mais de 65 estações de trabalho neutras em carbono
• 578 toneladas de CO2 evitadas por ano
• Cerca de 75% de carga térmica evitada
• Aproximadamente 95% de radiação UV retida
• Potencial para até 44 pontos com certificação LEED

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