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29/Ago/2016 - 00:00

BioStartup Lab apresenta as 15 empresas que continuam aceleradas na Biominas

Os projetos impressionaram os jurados pela qualidade e foco no mercado


Por Alysson Lisboa/Simi Belo Horizonte

Equipes aceleradas no BioSartup Lab. Demoday acontece no início de outubro

Crédito: Alysson Lisboa/Simi

No último dia 26, a Biominas apresentou os pitches das 21 startups que estão incubadas na aceleradora BioStartupLab. Os projetos contemplam: meio ambiente, saúde humana, saúde animal e digital health. Durante 4 minutos, as startups puderam mostrar seu modelo de negócios aos jurados. O primeiro lugar ficou com Vet Solutions, projeto do professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, Rodolfo Cordeiro. A proposta veio de um problema que o professor enfrentava quase que diariamente. “Eu indicava eutanásia a cães com leishmaniose visceral e me sentia muito mal com isso”. Então, o professor resolveu investigar e atacar o problema com o desenvolvimento de uma vacina. Os resultados em camundongos são animadores.

A banca dos jurados foi composta pelo presidente da Biominas, Eduardo Emrich, Flávio Baeta Moreira, Analista de Tecnologia do Sebrae e Pedro Drummond, da Inseed Investimentos. A última seletiva do programa será no dia 5 de outubro para escolher as 10 startups que subirão ao palco no DemoDay do BioStartup Lab, que acontece dois dias depois, no dia 07/10.

Eduardo Emrich considera que as empresas foram muito bem até agora. Elas começam a consolidar o produto e avançar mais na área de vendas. “Os projetos progrediram bastante. Percebemos os avanços ao longo das semanas. Os empreendedores começam a mostrar a lógica do problema e sua solução”, completa o presidente da Biominas.

O professor Rodolfo Cordeiro da UFMG transformou a dor em solução de vacina para evitar a eutanásia de cães

Crédito: Alysson Lisboa/Simi

Pinotti como inspiração
Ter o privilégio de conhecer o professor Marcos Pinotti, -  que faleceu no início do ano, e ainda contar com a sua mentoria, não poderia ser motivação maior para que a equipe Open Hands levasse seu projeto adiante. A proposta é gerar estímulos elétricos utilizando sensores IoT em pacientes com próteses comuns. As atuais que permitem tal sensação custam, em média, R$ 120 mil o que inviabiliza para a maioria da população.

Open Hands: “O professor Pinotti não nos deixou desistir. O nosso propósito é melhorar a vida das pessoas que utilizam próteses”

Crédito: Alysson Lisboa/Simi

Confira a lista das 15 startups que seguem no programa:

1) Vet solutions – Vacina terapêutica para cães com leishmaniose visceral
2) Nanobiotec – Soluções em nanotubo para agricultura
3) Biocorte – Fluidos para corte de materiais rígidos
4) Proteo – Alimento protéico funcional
5) 4Milk – Aplicativo para gestão de rebanho leiteiro
6) Foxlabs - Bracelete que mede a temperatura dos bebês com alerta visual 
7) Inifl8w - Identificação para fator 8 com foco em laboratórios de teste
8) EcoLeather - Transforma resíduo do couro em novos produtos
9) Sistema Iara - Purificador de água em situações críticas
10) Labusiness - Combate e monitoramento de pragas agrícolas
11) Conect Horse - Aplicativo para gestão de cavalos de competição
12) Alamantec - Nanotecnologia para liberação de colírio para glaucoma
13) Open Hands - Sensor para próteses estéticas
14) Synbio - Sistema portátil para identificação de DNA
15) Triplex - Kit para diagnóstico da Doença de Chagas

#ufmg#biominas#nanotubosFavoritar

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