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15/Fev/2018 - 10:48 - Atualizado em 15/Fev/2018 - 10:56

Brasil ganha ‘bolsa de valores’ de criptomoedas

Plataforma da Wuzu vai possibilitar a criação de uma rede de corretoras das moedas para realizar a conexão entre pontos de negociação


Por Redação Belo Horizonte

O mercado de criptomoedas teve um crescimento gigantesco nos últimos meses, com o Bitcoin, moeda mais famosa, variando bastante. A criptomoeda está valendo mais de R$ 30 mil e, nos últimos meses, o volume negociado no Brasil saltou de R$ 210 mil para R$ 113 milhões por dia.

Diante desse cenário, a Wuzu lança no Brasil uma plataforma com as quatro principais criptomoedas: o Bitcoin, Ethereum, Bitcoin Cash e Litecoin. Tudo isso por meio de uma tecnologia de última geração, que garante agilidade e segurança às transações.

A plataforma da Wuzu vai possibilitar a criação de uma rede de corretoras de criptomoedas para realizar a conexão entre dois ou mais pontos de negociação. Ou seja, uma ordem é enviada em uma ponta e qualquer corretora da rede poderá acessá-la, o que garante uma maior liquidez para executar as ordens e maior eficiência.

“Diferentemente dos sistemas atuais de negociação de criptomoedas, o sistema da Wuzu tem uma arquitetura escalável baseada nas principais bolsas de valores do mundo. A linguagem utilizada é de ponta, resultando em uma capacidade de execução superior a qualquer outro sistema disponível no mercado”, afirma Anderson Nery, cofundador da plataforma.

A Wuzu poderá listar um novo ativo a cada duas semanas, sendo que cada ativo tem sua arquitetura segregada. Os contratos derivativos de criptomoedas também serão adicionados ao longo deste ano.

“A arquitetura segura da Wuzu tem uma tecnologia baseada em microsserviços. Trata-se de um método de desenvolvimento de arquitetura com um conjunto de serviços modulares e independentes, no qual cada serviço executa um processo único, que oferece suporte para diversas plataformas e dispositivos, incluindo web, smartphones e dispositivos IoT – internet das coisas”, explica André Carrera, também cofundador.

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Fonte: Startupi

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