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17/Set/2018 - 08:00

CBTU testa bilhetes com QR Code no metrô de BH

Novidade está em teste na bilheteria da Estação Central; caso resultados sejam satisfatórios, implantação pode ocorrer nas 19 estações da capital


Por Redação Belo Horizonte/MG
Testes visam soluções que ofereçam mais rapidez e praticidade aos usuários do metrô
Crédito: Reprodução/ Record MG

A Companhia Brasileiro de Trens Urbanos (CBTU) está testando, em Belo Horizonte, o uso de bilhetes unitários com QR Code. Os testes estão sendo realizados apenas na Estação Central e o projeto piloto está sendo desenvolvido Autopass, empresa de tecnologia responsável pela operação da bilhetagem eletrônica na Grande São Paulo.

Os testes ocorrem diariamente, integrados ao atual sistema de bilhetagem do metrô, e vão até o dia 11 de outubro. São duas bilheterias e dois validadores instalados que farão a venda dos bilhetes.

A adoção de novos tipos de bilhetes é uma das mudanças que a CBTU-BH vem considerando no seu processo de modernização da bilhetagem eletrônica. A iniciativa é encarada como “um primeiro passo” para ampliar a integração com os transportes metropolitanos.

Após o período de testes, a CBTU-BH vai avaliar a possibilidade de implantação do serviço nas 19 estações do metrô da capital mineira.

Funcionamento

Os bilhetes podem ser comprados em uma máquina de autoatendimento instalada ao lado da Bilheteria 2, na entrada da Praça Rui Barbosa. Para embarcar, após adquirir seu bilhete, o usuário deverá aproximá-lo do leitor da catraca exclusiva, adaptada para a leitura do bilhete, e o acesso será liberado.

A tecnologia permite, ainda, que pessoas comprem bilhetes para terceiros. Para isso, basta adquirir  o bilhete com o QR Code impresso, fotografá-lo e enviar a foto para a pessoa por mensagem no celular. Para embarcar desta forma, basta que o usuário abra a imagem no celular e aproxime a tela da catraca com leitor.

É importante ressaltar que cada bilhete com QR Code tem validade de 72 horas e só pode ser usado uma vez.

Objetivo

A proposta da CBTU segue a tendência que já vem sendo testada em outras operadoras do país e busca novas soluções em bilhetagem eletrônica, visando a adoção de novas soluções que ofereçam mais rapidez e praticidade aos mais de 58 milhões de usuários que utilizam o metrô anualmente. Todos os testes serão desenvolvidos sem custos para a empresa.

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