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03/Abr/2017 - 16:19 - Atualizado em 04/Abr/2017 - 08:21

Seminário promove discussão sobre fomento em agricultura familiar

Foram abordadas diretrizes para apoiar estudos em agroecologia, agricultura familiar e povos, e comunidades tradicionais


Por Redação Belo Horizonte

Terminou na sexta-feira, 31/03, em Belo Horizonte, o seminário “Dialogar para Transformar – Diretrizes para apoio a pesquisa em Agroecologia, Agricultura Familiar e Urbana e Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais”, com o objetivo de fomentar a pesquisa na agricultura familiar.

A ideia do evento era aproximar a ciência à produção orgânica, garantindo a participação de pesquisadores, agricultores familiares e extensionistas na definição de linhas de pesquisa a serem apoiadas, por meio de editais e chamadas públicas.

“Temos uma missão de promover o desenvolvimento rural sustentável de Minas Gerais e, para isso, precisamos de pesquisa para quebrar barreiras e fortalecer ainda mais a agroecologia, nossas sementes crioulas e o combate ao agrotóxico”, afirmou o secretário de Estado de Desenvolvimento Agrário, Professor Neivaldo Lima, ao participar da abertura do seminário, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Resultados

Ao final do seminário foi produzida uma carta com as proposições das instituições participantes para viabilizar o fomento à pesquisa, previsto na Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, instituída em 2014.

Além da Seda e da Fapemig, integram o seminário representantes de outros órgãos governamentais, como Epamig, Emater-MG, CVT-MG e Embrapa, organizações como a Fetaemg, AMA (Articulação Mineira de Agroecologia), AUÊ (Grupo de Estudos em Agricultura Urbana da UFMG) e Comboio Agroecológico Sudeste.

Fomento

De acordo com o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Paulo Sérgio Beirão, o seminário é uma oportunidade de diálogo com todos os setores que carecem de ciência e tecnologia (C&T). “A agricultura familiar é uma das mais importantes atividades da nossa economia. Queremos ouvir o segmento para identificar os pontos em que o avanço tecnológico possa fazer a diferença”, disse.

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