Notícias

< voltar
13/Fev/2018 - 07:00 - Atualizado em 09/Fev/2018 - 17:12

Smartphone chinês é capaz de detectar calorias de alimentos

Changhong H2 tem sensor que envia radiação infravermelha para os objetos e obtém a impressão digital molecular dos produtos


Por Redação Belo Horizonte

Durante a Consumer Electronics Show (CES) deste ano, foi apresentado o  primeiro smartphone capaz de detectar a composição química de vários alimentos. O Changhong H2 pode descobrir, por exemplo, a quantidade de calorias de frutas ou ainda o percentual de gordura das pessoas.

O smartphone chinês tem duas câmeras na parte posterior do aparelho. Uma delas tem um sensor que envia radiação infravermelha para os objectos e obtém, por meio da absorção da luz refletida, a impressão digital molecular dos produtos.

A ferramenta ainda não funciona em qualquer material. Para isso, os desenvolvedores precisam criar aplicativos voltados à detecção de composições químicas específicas. Um app que já pode ser usado, por exemplo, consegue medir a quantidade de açúcar que há em uma fruta. Basta apontar o smartphone para a fruta e iniciar a análise.

Outro aplicativo já disponível é capaz de apontar o percentual de gordura corporal de um usuário. Nesse caso, o sensor precisa ser apontado nos bíceps e a ferramenta dirá se a pessoa está acima ou abaixo da média no quesito gordura.

O smartphone foi desenvolvido a partir de uma parceria entre a Changhong, uma fabricante asiática de produtos eletrônicos, e a Analog Devices, uma multinacional americana. Já o sensor, chamado de SCiO, foi criado pela Consumer Physics.

O Changhong H2 tem tela de 6 polegadas, bateria de 3.000 mAh e sensor de impressões digitais. Por enquanto, ele está disponível apenas na China. Preço e disponibilidade para outros países ainda não foram divulgados.

#inovação#tecnologia#smartphoneFavoritar

Fonte: Exame

Comentários

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores, não serão aceitas mensagens com ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência. Clique aqui para acessar a íntegra do documento que rege a política de comentários do site.