Notícias

< voltar
06/Dez/2017 - 11:42 - Atualizado em 06/Dez/2017 - 11:55

Startup Evoé ajuda contribuintes a destinarem impostos para projetos culturais

Plataforma ajuda a abater valores na declaração de imposto de renda e apoiar a cultura


Por Redação Belo Horizonte

Você sabia que pode destinar parte de seus impostos para projetos culturais e, assim, abater esse valor na declaração de imposto de renda? Pensando nisso, a Evoé, startup de Belo Horizonte e acelerada na 4ª rodada do Seed, desenvolveu uma plataforma de financiamento coletivo para incentivar essa prática.

O prazo para destinar até 6% de seu imposto para um projeto cultural termina no dia 29 de dezembro. No entanto, essa informação é desconhecida por cerca de 84% da população brasileira, segundo o Instituto para o Desenvolvimento Social (IDIS). Essa desinformação reflete no baixo investimento em cultura no país.

Em 2016, foram captados R$ 1,13 bilhão pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), que representam 23% do valor solicitado para esse incentivo. Segundo a Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), pessoas físicas que fazem declaração completa têm o potencial de movimentar R$ 4 bilhões para projetos incentivados pelo governo, todos os anos.

Com o apoio da Evoé, quatro projetos de Belo Horizonte incentivados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura tiveram êxito na busca de captação de recursos. Nessa lista estão os documentários “Entre Amazonas e Tupis” e “Geração Borgeana”, o curta de ficção “Carinho” e o Festival de Artes Independentes “Vai Tomando”.

A plataforma é uma das poucas que também se dedica a projetos incentivados. Além de auxiliar o produtor na inscrição na Lei, considerada burocrática à primeira, a Evoé cuida para que o apoio seja feito de forma correta, garantindo o abatimento fiscal. O apoiador ainda recebe um tutorial de como declarar a doação no software da receita, além da recompensa escolhida como contrapartida do crowdfunding.

Plataforma recomendada

Quem já apoiou iniciativas através da plataforma, recomenda o processo e garante que voltará a doar. É o caso do bancário Breno German, que está no terceiro ano consecutivo de apoio à projetos culturais na Evoé. “A cultura carece muito de recursos. Se você pode destinar parte do seu imposto para um projeto que você conhece, acho que isso é o que é mais interessante”, justifica.

A artista plástica Dulce Couto complementa: “Você sabe que está ajudando uma iniciativa que não teria outra forma de acontecer se não fosse incentivada por esse tipo de Lei. Foi um prazer muito grande para mim ajudar um projeto ainda pequeno, mas com muito potencial”, afirma a apoiadora do documentário “Entre Amazonas e Tupis”.

#startup#aceleração#cultura#impostosFavoritar

Comentários

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores, não serão aceitas mensagens com ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência. Clique aqui para acessar a íntegra do documento que rege a política de comentários do site.